
Estreia esta semana o mais novo filme de Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (On Stranger Tides), filme dirigido por Rob Marshall (dos musicais Chicago, Nine) e com roteiro de Ted Elliot e Terry Rossio (dupla dos três filmes anteriores da série).
Nessa nova aventura o Capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) está em Londres, onde na fuga dos aposentos do Rei, se encontra com uma mulher de seu passado, Angelica (Penelope Cruz), que o engana, forçando-o a entrar no A Vingança da Rainha Ana, navio do temido Barba Negra (Ian McShane). Mas não é apenas o Barba Negra que está atrás da Fonte da Juventude, o agora sem-perna Capitão Barbossa (Geoffrey Rush), que virou um corsário (será?), também pretende beber daquela água, só que agora traz consigo a marinha inglesa, mas o que ele não esperava era que os espanhóis estavam um pouco mais adiantados na expedição... Mas será que as sereias irão deixar o caminho livre?
O filme inteiro parece um musical, feito exclusivamente para o Capitão Jack Sparrow, que agora sem Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley) carrega a franquia sozinho. Para preencher o lugar do casal da trilogia anterior surgem o missonário Philip (Sam Claflin) e a sereia Syrena (Astrid Bergés-Frisbey), irrelevantes na trama, ao contrário dos outros dois, que faziam o filme andar.
Penelope Cruz entra em cena como a nova protagonista feminina da série, Angelica, filha do cruel Barba Negra. Finalmente uma protagonista à altura de Jack!
A mudança de diretores é uma das notas do filme, Rob Marshall adicionou um pouco de... sentimentos nos personagens? Parece que algumas mechas também...
O filme é o primeiro rodado em 3D ao ar livre, o que é notado nas paisagens, que ficam bem melhores com a tecnologia.
Alguns dos piratas coadjuvantes voltaram, como o supersticioso Gibbs (Kevin McNally) e o Capitão Teague, pai de Jack (Keith Richards). Então, Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas é uma ótima diversão, voltando às raízes do primeiro filme, com menos efeitos visuais e mais aventura. Só espere os créditos acabar. Por que é sempre bom rever o bom e velho Jack.
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