
Sucker Punch, novo filme de Zack Snyder (300, Watchmen) está estreando nos cinemas e vamos a nossa crítica.
O filme conta a história de uma garota, Babydoll (Emily Browning), que foi internada num hospício pelo padrasto, após a morte de sua mãe. Nesse hospício existe "O Teatro", lugar onde as garotas se conhecem e são treinadas pela "governanta", que cuida dali.
Ali, ela conhece 4 garotas, Rocket (Jena Malone), Blondie (Vanessa Hudgens), Sweet Pea (Abbie Cornish) e Amber (Jamie Chung), que irão ajudá-la na sua jornada de sair do hospício, antes que seja lobotomizada. Na dança Babydoll consegue um meio de escape, ela entra em seu mundo imaginário junto com suas amigas, quando no mundo real Babydoll distrai as pessoas, enquanto suas amigas roubam os itens necessários para a fuga.
Dentre os vários mundos, estão o Japão Feudal-Mangá, a 1ª Guerra Mundial steampunk, a Idade-Média e um Futuro próximo. Os mundos são distintos entre si, cada um têm o seu visual, coisa parecida com as 5 garotas, cada uma representa uma "fantasia do homem" (o próprio Snyder já falou).
O filme é um fetiche nerd, cheio de dragões, orcs, zumbis, samurais, metralhadoras, explosões e principalmente garotas. Sucker Punch lembra um video game, você têm as missões, cada uma cumprida com um item necessário para a próxima fase. O filme não só lembra um video game no enredo, mas também nos jogos de câmera, nas feições das personagens e no visual do cenário.
Zack Snyder só errou no final, tentando achar uma desculpa desnecessária para o desfecho do filme, mas isso não consegue estragar a película.
Ou seja, na minha opinião, Sucker Punch é o primeiro blockbuster que me agradou esse ano (foi o primeiro que vi também).
Sucker Punch - Mundo Surreal está em cartaz desde 25 de março.
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